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A realidade de morar sozinha e a grana curta

Morar sozinha e a Realidade

Sempre existe um lance lúdico de quando você acorda um belo dia e decide: quero morar sozinha. A gente tem aquela imagem linda de uma casa sempre em ordem limpa e cheia de amigos descontraídos todos os dias. Geladeira sempre cheia e roupa sempre muito bem lavada e passada pronta para usar.

Mas a história , pelo menos no seu início, é totalmente diferente. Primeiro que, toda aquele sistema doméstico da época que a gente mora com a mãe, tudo em ordem e em dia: pode esquecer. Aquilo dificilmente vai rolar de novo. À menos que você por conta própria e por comportamento aprendido, insira na sua nova casa. Ou tenha grana sobrando para contratar um profissional da área para ajudar. Do contrário, feche os olhos e tente imaginar uma realidade em meio ao caos que serão os primeiros meses.

Quando fui morar sozinha

Eu moro sozinha desde os 18 anos, quando fui fazer faculdade e meus pais moravam em outra cidade. Nesta época dividia apartamento com minhas irmãs e existia uma certa ordem. Divisão de tarefas, sabe? Mas depois desta fase acadêmica, cada uma tomou seu rumo e o meu, foi de morar sozinha de fato.

Não foi nada assustador pois sempre quis muito e sempre teve muito apoio da família em relação à isso. Mas sempre existem detalhes, situações e experiências que mesmo se alguém contasse, a gente precisa passar para aprender.  A administração de tempo que precisa existir, a rotina que precisa estar presente.

As tarefas que precisam ser cumpridas e como se organizar com tudo isso. Parece tudo muito fácil olhando de fora. E na verdade é! Mas até que se consiga tais resultados, a jornada além de longa, precisa existir um consenso entre a gente, nosso tempo e como administrá-lo. E é aí que pega. Nesta série de posts, vou deixar expostas não só as maravilhas, mas também as dificuldades não só físicas de morar sozinha em meio à multidão. Também vou dar dicas de como se organizar, onde e como comprar itens para a casa que compensa e muito no bolso!

A grana curta e novos hábitos

E hoje começo falando da agonia que é de ter a grana fica curta. Algo que ninguém te conta e que num começo de casa, não tem muita escapatória! À menos que você seja de linhagem rica e não tenha limite no cartão, rola sempre uma pontada no coração em ver um item fofinho para a casa e não poder tê-lo!

É aí que os hábitos de consumo mudam. Aprendi nesta fase que, nem tudo que a gente deseja é realmente útil ou até mesmo necessário para a vida. Foi aí que a técnica de “Olhar-Soltar-Voltar-Ver se vale a pena” surgiu.  Era tanto item para compor o minimo do funcionamento  de uma casa, que o supérfluo foi ficando de lado. Quando a gente se muda para a nossa casa, a gente logo cria uma expectativa em relação à decoração, como ficarão os cômodos um à um. Mas se esquece que precisa de itens como fogão e geladeira, sabe?! Aquele souvenir bonitinho para colocar as chaves na entrada parece bem mais interessante que a mobília!

Conclusão

Portanto ter serenidade na hora de comprar qualquer item pode trazer benefícios à longo prazo. Quando a compra não é feita no impulso então melhor ainda! Ter casa e morar sozinha não é um bicho de sete cabeças e aprender à lidar com a empolgação do consumo também não. Não estou dizendo que comprar um mimo de vez em quando também não seja uma delícia! Mas saber que o consumo não tem a função preencher vazios. E é isto e muitos outros fatores de morar sozinha que quero mostrar nos posts desta série. Espero que gostem!

Oi, aqui falo sobre assuntos que eu gosto, beleza, estilo de vida e um pouquinho de moda também. Espero que o conteúdo te agrade! Entre em contato comigo pelas minhas redes sociais também!

2 thoughts on “A realidade de morar sozinha e a grana curta”

  1. Morar sozinha no meu caso foi libertador, mesmo diante dos desafios muito bem apontados por você. Aprendi dessa forma a ter organização financeira para comprar o necessário e o supérflui de maneira a não causar rombo no orçamento. Ótimo post! Beijos

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